'MULHERES EM CHAMAS'

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Teatro · Jundiaí

'MULHERES EM CHAMAS'

O essencial

Decida sem procurar de novo

Quando

sábado, 26 de setembro

às 23:00 · Evento único

Quanto

A partir de R$ 60,00

Menor valor disponível informado

Onde

Teatro Polytheama

Rua Barão de Jundiaí, 176

Nível 3

Interesse da comunidade

Muito quente

Entre os eventos mais vistos da cidade

3/3
Chame alguém para esse rolêData, local e ingresso já vão no convite
Organizado porFundação Casa da Cultura e Esportes 2025

Sobre o evento

É proibida a permanência de crianças menores de 10 anos de idade nos camarotes e arquibancadas e idosos acima de 60 anos nas arquibancadas. Confira seu ingresso (data, horário, setor e assento escolhido), troca somente no ato da compra (sujeito a estorno em até 90 dias). Trocas ou devoluções posteriores não serão efetuadas. VENDAS Bilheteria do Teatro Polytheama: Terça à sexta-feira: das 14h às 20h. Sábados, domingos e feriados: Horário à Confirmar (Bilheteria aberta apenas se houver espetáculo no dia). Local: Teatro Polytheama - Endereço: Rua Barão de Jundiaí, 176 – Centro – Jundiaí. Informações: (11) 4586-2472 Bilheteria do Centro das Artes: R. Barão de Jundiaí, 1093 - Centro, Jundiaí - SP, 13201-012 Terça a sexta-feira: das 09h às 18h. Sábado, domingos e feriados a bilheteria abrirá 2 horas antes do inicio do espetáculo, caso haja evento programado para esses dias. Para saber se haverá evento, é necessário acompanhar a programação oficial. Site: www.sympla.com REGRAS PARA MEIA-ENTRADA: Estudantes (Com Carteira de Identificação Estudantil) Pessoas com deficiência, inclusive seu acompanhante quando necessário. Jovens com idade de 15 a 29 anos de baixa renda inscritos no Cadastro Único Para Programas Sociais do Governo Federal (Mediante a apresentação da Identidade Jovem, acompanhada de documento de identificação com foto expedido por órgão público e válido em todo o território nacional) Idosos e Terceira Idade (RG para maiores de 60 anos) Professores Rede Pública (Holerite ou Documento que comprove) Diretores, Coordenadores Pedagógicos, Supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes estadual e municipais, de acordo com a Lei Estadual 15.298/14. Crianças menores de 03 anos não pagam. Miá Mello, Camila Raffanti e Juliana Araripe apresentam comédia “Mulheres em Chamas” para Jundiaí A Teatro GT traz para o interior do Estado de São Paulo o espetáculo “Mulheres em Chamas” Dia 26 de setembro, sábado, às 20hs, no Teatro Polytheama RELEASE Três mulheres, 40+, presas em um elevador. Dezessete minutos sem sinal, sem ventilação e sem filtro. Assim começa Mulheres em Chamas, criado e protagonizado por Camila Raffanti, Juliana Araripe e Miá Mello, – nomes ligados a sucessos como Mãe Fora da Caixa e Confissões das Mulheres de 30. O espetáculo, com direção de Paula Cohen, traz à cena um tema urgente e ainda pouco representado: a menopausa. Com humor, franqueza e sensibilidade, a peça quebra o silêncio sobre uma fase que atravessa a vida de todas as mulheres, mas que ainda é cercada de tabu e desinformação. A montagem equilibra o riso com a vulnerabilidade para romper com o silêncio secular em torno da menopausa, muitas vezes vivida na solidão por gerações anteriores. “Queremos tirar o tema da invisibilidade e tratá-lo com leveza, informação e humor, sem abrir mão da honestidade emocional”, destaca Paula Cohen. A encenação transita entre o realismo e a fantasia com liberdade estética. Os vídeos cênicos do estúdio Bijari e a paleta de cores vibrantes dialogam com os figurinos simbólicos criados por Iara Wisnik. Tudo se articula à luz poética de Marisa Bentivegna, compondo uma linguagem visual pop e afetiva que potencializa a experiência da dramaturgia em cena. A trilha original de André Caccia Bava sustenta e permeia a poesia entre a comédia e os temas mais sensíveis. Durante o confinamento forçado dentro de um elevador, as personagens compartilhamangústias, memórias e delírios, atravessadas por mudanças do corpo, pressão social e medode perder o desejo. “O elevador simboliza essa paralisia do climatério, que nos arrebata derepente. Mas, aos poucos, nos libertamos — e, quando as portas se abrem, estamos maisconscientes”, comenta Camila Raffanti. Durante o confinamento forçado dentro de um elevador, as personagens compartilham angústias, memórias e delírios, atravessadas por mudanças do corpo, pressão social e medo de perder o desejo. “O elevador simboliza essa paralisia do climatério, que nos arrebata de repente. Mas, aos poucos, nos libertamos — e, quando as portas se abrem, estamos mais conscientes”, comenta Camila Raffanti. O texto mistura realidade e ficção para retratar com humor o turbilhão interno da menopausa. “Tudo que é pessoal aproxima. O humor transforma tragédia em evolução. Existe o mundo real e o mundo hormonal — e conseguimos brincar com os dois”, diz Juliana Araripe. “Estamos fazendo check-in na senhora que queremos ser. E são as amigas que nos ajudam a atravessar essa fase sem achar que enlouquecemos de vez. Só um pouco”, brinca. Miá Mello revela que a motivação surgiu da própria experiência. “Achei que fosse jet lag, mas eram os primeiros sintomas. Falar disso no teatro é oferecer ferramentas para atravessar esse período, que pode durar até 10 anos e ter mais de 70 sintomas.” Camila reforça: “Meu climatério começou aos 39. Rir disso é alívio — e quero que os homens riam com a gente também. A encenação transita entre o cotidiano e o absurdo para dar conta desse rebuliço hormonal. “Trouxemos o dia a dia, o explosivo, o hormonal — e é aí que surgem os momentos mais surrealistas”, diz Miá. Camila completa: “O que acontece dentro nem sempre combina com o que está fora. Às vezes, é tudo ao mesmo tempo — como na peça.” Mulheres em Chamas é, acima de tudo, um espetáculo para todos: “As mulheres vão rir pela identificação, e os homens talvez entendam, pela primeira vez, o que se passa dentro da gente porque na peça mostramos a realidade e o outro mundo, o mundo hormonal que é bem surrealista. É para todas as idades — e principalmente para quem atravessa a menopausa. A gente precisa falar sobre isso”, diz Juliana Araripe. SINOPSE: Três mulheres 40+ ficam presas em um elevador e, em apenas dezessete minutos sem sinal, ventilação ou filtros, desabafos, confissões e risadas tomam conta. As angústias do corpo em mudança, a sobrecarga familiar, o desejo em trânsito e a vergonha de falar sobre o óbvio se misturam ao surreal: um pentelho branco ganha voz e os hormônios fazem piquete numa greve. Inspirada em histórias reais, Mulheres em Chamas transforma o medo de envelhecer em humor e reconhecimento. REGRAS PROMOCIONAIS: Clube GT – Os sócios do Clube GT têm 50% de desconto no valor integral do ingresso mediante apresentação do cartão. Válido para compra de até 02 ingressos por sessão em qualquer canal de venda. SOBRE A TEATRO GT A Teatro GT já pode ser considerada uma das maiores produtoras de entretenimento cultural do país. Fundada na cidade de Indaiatuba (SP) pelos empreendedores Graça Mota e Thonny Piassa, a produtora ganhou aos poucos os palcos da região de Campinas (SP). Logo, começou a realizar também turnês bem-sucedidas por todo o Brasil. Com a chegada de Douglas Nascimento para a sociedade, em 2013, a produtora se transforma na Teatro dos Grandes Talentos (Teatro GT) e alcança voos ainda mais altos. A partir de então, passa a produzir também grandes espetáculos musicais, antes vistos somente em São Paulo (SP). Mais de 500 mil espectadores, mais de 50 cidades do interior de São Paulo e outras 40 cidades pelo país tiveram uma produção assinada pela Teatro GT. Atualmente, representa mais de 100 diferentes espetáculos e mantém parceria com as principais produtoras executivas do Brasil. Comprometida em produzir uma agenda diversificada para todos os públicos e gostos, soma mais de 150 diferentes atrações por ano. Tudo isso e muito mais pode ser conferido no site www.teatrogt.com.br.

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Teatro Polytheama

Rua Barão de Jundiaí, 176

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