A Alma Imoral

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Teatro · Salvador

A Alma Imoral

O essencial

Decida sem procurar de novo

Quando

sábado, 29 de agosto – domingo, 30 de agosto

às 23:00 · Vários dias

Quanto

A partir de R$ 80,00

Menor valor disponível informado

Onde

Teatro Sesc Casa do Comércio

Av. Tancredo Neves,1109

Nível 2

Interesse da comunidade

Bombando

Ganhando atenção entre os rolês da cidade

2/3
Chame alguém para esse rolêData, local e ingresso já vão no convite
Organizado porCARAMBOLA PRODUÇÕES - SESC BA

Sobre o evento

O Teatro Sesc Casa do Comércio atende à Lei Federal 12.933, de 29/12/2013, que determina que a comprovação do benefício de meia entrada é obrigatória para quem goza desse direito. Os estudantes deverão apresentar a CIE, Carteira de Identificação de Estudante:(ANPG,UNE,UBES,DCES) não sendo aceitos outros documentos. Crianças de 0 a 11 anos e 11 meses têm direito à meia entrada , sem necessidade de Carteira de Estudante, apenas com documento oficial com foto. A partir dos 12 anos aplica-se a Lei da Meia Entrada. Espetáculo “A Alma Imoral”, de Clarice Niskier, celebra 20 anos em cartaz e chega a Salvador para apresentações especiais no Teatro SESC Casa do Comércio Um dos maiores fenômenos do teatro brasileiro contemporâneo, o espetáculo A Alma Imoral completa 20 anos ininterruptos em cartaz em 2026 e segue emocionando plateias por todo o país. Protagonizado por Clarice Niskier, o premiado monólogo, já assistido por mais de 800 mil espectadores, com apresentações em mais de 24 cidades brasileiras e diversas temporadas de sucesso, chega a Salvador para duas apresentações especiais nos dias 29 e 30 de agosto, no Teatro SESC Casa do Comércio. No sábado (29), a sessão acontece às 20h, e no domingo (30), às 17h. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro ou através da Sympla. O espetáculo é realizado pela Niska Produções Culturais e conta com a produção local da Carambola Produções. Baseada no livro homônimo do rabino Nilton Bonder, a montagem que tem supervisão de direção de Amir Haddad, é uma adaptação assinada pela própria atriz e propõe uma profunda reflexão sobre temas universais como ética, moral, tradição, liberdade e transgressão. Com linguagem direta e provocativa, o espetáculo desconstrói conceitos milenares da civilização, abordando dualidades como corpo e alma, certo e errado, obediência e desobediência. Sozinha em cena, Clarice estabelece uma relação íntima com o público, rompendo a chamada “quarta parede”. Para contar histórias e parábolas da tradição judaica, utiliza apenas uma cadeira e um grande pano preto que, concebido pela figurinista Kika Lopes, se transforma em oito diferentes vestes – mantos, vestidos, burcas e véus. O espaço cênico, criado por Luis Martins, é limpo e remete a um longo corredor em perspectiva. Em 2026, A Alma Imoral celebra 20 anos ininterruptos em cartaz – um feito raro no teatro brasileiro. A trajetória começou em junho de 2006, no Rio de Janeiro, em uma pequena sala de apenas 50 lugares. Logo depois, seguiu para um teatro de 400 lugares, onde chegou a ser apresentada de terça a domingo. Desde então, percorreu o Brasil em turnês por teatros de Norte a Sul, consolidando-se como uma das obras mais marcantes da cena teatral contemporânea. A adaptação de Clarice Niskier para A Alma Imoral também já ultrapassou fronteiras: recebeu várias propostas de montagem no exterior, teve seus direitos cedidos para a Espanha em 2007 e ganhou uma montagem na Argentina em 2010, quando esteve em cartaz no Teatro Payró, em San Martin, Buenos Aires. Ao longo de sua trajetória, a peça acumulou importantes reconhecimentos, em seu primeiro ano, três indicações ao Prêmio Eletrobrás de Teatro (Melhor Atriz, Melhor Peça e Melhor Figurino) e, no segundo ano, duas indicações ao Prêmio Shell (Melhor Atriz e Melhor Figurino), vencendo na categoria de Melhor Atriz. Também foi contemplada em 2007 pelos Prêmios Caixa Cultural e Caravana Funarte de Circulação Nacional de Teatro, além de receber em 2008 o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Atriz. “No teatro é sempre a primeira vez. Quando me perguntam como é possível fazer uma peça tanto tempo sem se cansar, eu respondo: assim como é possível amar tanto tempo a mesma pessoa sem se cansar. Nesse caso, o tempo é muito subjetivo. Se a relação está viva, está viva. Dá trabalho, mas não cansa. Assim é na Alma Imoral. Eu amo esse trabalho, esse texto. Que vocês se sintam vivos diante de mim. Assim como tenho vontade de me sentir diante de vocês: viva”, afirma Clarice Niskier. Celebrando duas décadas de sucesso, A Alma Imoral reafirma sua força como uma obra atemporal, capaz de provocar, emocionar e despertar reflexões profundas sobre o comportamento humano. PRÊMIOS E NÚMEROS Vencedora do Prêmio Shell RJ 2007 de Melhor Atriz Mais de 800.000 espectadores Apresentações em mais de 24 cidades brasileiras 3 indicações ao Prêmio Eletrobrás de Teatro 2006 2 indicações ao Prêmio Shell RJ 2007 (melhor atriz e melhor figurino) Prêmio Caixa Cultural 2007 Prêmio Caravana Funarte de Circulação Nacional de Teatro 2007 Prêmio Qualidade Brasil SP 2008 de Melhor Atriz Projeto selecionado pelo FATE 2012 para Circulação no Município do Rio de Janeiro Projeto selecionado pelo Edital Petrobras Circulação Nacional 2014 Teresina / Maceió Participação em dezenas de Festivais de Teatro pelo país Participação em dezenas de eventos corporativos Temporada de mais de 10 anos em SP no Teatro Eva Herz Estimada em mais de 3.600 apresentações desde a estreia em 2006 Primeira peça a se apresentar na zona sul do RJ em outubro de 2020 para 10% da plateia quando a pandemia de covid-19 deu uma pequena trégua FICHA TÉCNICAAutor do livro “A Alma Imoral”: Nilton BonderAdaptação, Concepção Cênica e Interpretação: Clarice NiskierSupervisão de Direção: Amir HaddadCenário: Luis MartinsFigurino: Kika LopesIluminação: Aurélio de SimoniMúsica Original: José Maria BragaPreparação Vocal: Rose GonçalvesDireção de Movimento: Márcia FeijóPreparação Corporal: Mary KunhaCenotécnico, Operador de Luz e Som: Carlos Henrique PereiraFotos: Dalton Valério, Elenize Dezgeniski e Letícia VinhasProgramação Visual: Studio C e Carol TuluoisDireção de Produção e Coordenação do Projeto: José Maria BragaRealização: Niska Produções CulturaisAssessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação - João Pontes e Stella Stephany CLARICE NISKIER Clarice Niskier estreou no Teatro Tablado em 1981, na peça "Tambores na Noite", de Bertold Brecht, sob a direção de Dina Moscovici, no Rio de Janeiro. Em seguida, foi convidada a participar da peça "Porcos Com Asas", de Mauro Rádice e Lidia Ravera, sob a direção de Mario Sérgio Medeiros, interpretando a sua primeira protagonista, em 1982, no Teatro Cacilda Becker. Trabalhou na Companhia "Tem Folga na Direção", sob a direção de Antônio Pedro nas peças "Cabra Marcado Pra Correr", (Judas em Sábado de Aleluia), de Martins Pena, e “Tá Ruço no Açougue” (Santa Joana dos Matadouros), de Brecht. Ainda nos anos 80, trabalhou com o Grupo Pessoal do Despertar, no Parque Lage, atuando na peça "O Círculo de Giz Caucasiano", também de Brecht, sob a direção de Paulo Reis; com a premiada diretora do Grupo Navegando, Lucia Coelho, trabalhou em diversas peças infantis; com Bia Lessa, trabalhou na peça "Os Possessos", de Dostoievski, e com Amir Haddad, em "Faces, o Musical". Nos anos 90 atuou na peça “Bonitinha, Mas Ordinária”, de Nelson Rodrigues, sob a direção de Eduardo Wotzik e em seguida na peça “Confissões das Mulheres de Trinta”, texto coletivo, sob a direção de Domingos Oliveira. Com estes dois diretores desenvolveu uma longa parceria. No Centro de Investigação Teatral, dirigido por Eduardo Wotzik fez o papel título de "Yerma", de Federico Garcia Lorca, "Tróia", de Eurípedes, que lhe valeu as indicações para os Prêmios Shell e Mambembe de Melhor Atriz em 1993. E atuou em seu primeiro monólogo: "Um Ato Para Clarice", coletânea de textos de Clarice Lispector, roteiro de Eduardo e Bianca Ramoneda, além de atuar também na peça "Equilíbrio Delicado", de Edward Albee. Com Domingos Oliveira, encenou seu segundo monólogo, "Buda", de sua autoria, e nas peças "Confissões das Mulheres de Quarenta", texto idealizado e escrito pela atriz sob a orientação dramatúrgica de Domingos Oliveira e colaboração das atrizes Priscilla Rozenbaum, Dedina Bernardelli e Cacá Mourthé; com Domingos fez também a peça "Isabel", de Aderbal Freire-Filho, e as peças "Amores" e "Primeira Valsa", ambas de autoria de Domingos Oliveira. Clarice participou de vários filmes dirigidos por Domingos, entre eles, “Amores” e “Feminices”. Estreou no cinema sob a direção de Emiliano Ribeiro em “A Viagem de Volta”, em 1989. De lá pra cá, fez inúmeras participações especiais e, atualmente, 2023, está nos filmes “As Polacas”, dir. João Jardim; e “O Medo e o Mar”, dir. Juarez Precioso, este com estreia prevista para 2024. No teatro, a partir do ano 2.000 trabalhou nas seguintes peças: "A Memória da Água", de Shelagh Stephenson, sob a direção de Felipe Hirsh; "O Caso da Rua ao Lado", de Eugène Labiche, sob a direção de Alberto Renault; “Antônio e Cleópatra”, de Shakespeare, sob a direção de Paulo José; “Tudo Sobre Mulheres”, de Miro Gavran, sob a direção de Ticiana Studart, que lhe rendeu a sua segunda indicação para o Prêmio Shell de Melhor Atriz, em 2006; “A Alma Imoral”, sua adaptação do livro “A Alma Imoral”, de Nilton Bonder, sob a supervisão de Amir Haddad, que estreou no Espaço Sesc-Copacabana, em junho de 2006. “A Alma Imoral” está há 17 anos em cartaz, já foi vista por mais de 600 mil espectadores, e por ela, Clarice recebeu indicação para vários prêmios, entre eles os Prêmios Eletrobrás de Melhor Espetáculo, Melhor Atriz e Melhor Figurino; sendo a vencedora do Premio Shell de Melhor Atriz em 2007 e do Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Atriz - Drama SP em 2008. Sem interromper o espetáculo A Alma Imoral, Clarice Niskier atuou em 2009 na peça “Maria Stuart”, no CCBB de Brasília e do Rio de Janeiro, sob a direção de Antonio Gilberto, ao lado de Julia Lemmertz. O que lhe rendeu uma bonita matéria na Folha de S. Paulo sob o título: "Sem Folga, Atriz alterna Trono e Nudez". Atuou também, em 2012 e 2014, na peça O Lugar Escuro, de Heloisa Seixas, ao lado de Camila Amado; em 2015 estreou seu quarto monologo "A Lista", de Jenniffer Tremblay, que lhe valeu a quarta indicação para o Prêmio Shell de Melhor Atriz de SP. Em 2020 estreou a peça de sua autoria “A Esperança Na Caixa de Chicletes Ping Pong”, baseada nas músicas e letras de Zeca Baleiro. E em 2021 estreou no CCBB do Rio a peça “Coração de Campanha”, também de sua autoria, ao lado do ator Isio Ghelman, ambas com supervisão de direção de Amir Haddad. A peça se apresentou também nos CCBBs BH, DF e SP. As peças “A Alma Imoral”, “A Lista”, “A Esperança Na Caixa de Chicletes Ping Pong” e “Coração de Campanha” fazem parte do repertório da atriz desde suas estreias. Clarice tem ainda vários trabalhos na TV - o mais recente foi na novela “Carinha de Anjo” (SBT), de 2016 a 2018. Esteve em “Ciranda de Pedra”, de Alcides Nogueira, na TV Globo, sob a direção de Denise Saraceni, em 2009; e em 2011 fez uma participação especial na novela “Araguaia”, de Walther Negrão, também na TV Globo, interpretando a divertida Irmã Dulce. Clarice fez ainda uma participação especial num dos episódios da série “Macho Man”, na TV Globo, interpretando uma terapeuta corporal alternativa ao lado de Marisa Orth e Jorge Fernando; e também na série “As Brasileiras”, de Daniel Filho, ao lado do casal Malvino Salvador e Sophie Charlotte. Clarice Niskier ministra cursos de teatro: foi professora da extinta Faculdade da Cidade, Rio; deu aulas para executivos da IBM (RJ e SP) e IBGE (RJ); é frequentemente convidada para falar em eventos empresariais sobre sua experiência como atriz e autora; escreve roteiros para eventos corporativos, realiza leituras de roteiros adaptados para o teatro de livros de vários autores. Foi colaboradora da revista Lola Magazine, da Ed. Abril, e tem vários artigos publicados na Revista IDE, publicação da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo e foi colunista da Revista da Cultura, da Livraria Cultura, SP. Tem formação em Jornalismo, na PUC do Rio de Janeiro. Trabalhou no Jornal do Brasil por dois anos e no Jornal Repórter, também por dois anos, enquanto cursava a Faculdade de Jornalismo. Em publicidade, Clarice realizou como atriz a bem-sucedida campanha “Dinorah da TVA”, campanha publicitária de grande sucesso nos anos 90, que permaneceu dois anos no ar em todos os canais de televisão, principalmente no Rio, e que recebeu vários prêmios em sua categoria. Em 2011, Clarice Niskier dirigiu a peça "Aquela Outra", de Licia Manzo; em 2013, codirigiu com Maitê Proença e Amir Haddad a peça “À Beira do Abismo Me Cresceram Asas”, e mantem vários trabalhos de cooperação com diversos atores e bailarinos que lhe convidam para supervisionar seus espetáculos. Atualmente, segue com a peça “A Alma Imoral”, “A Lista” (em eventos) e se preparada para uma turnê pelo norte e nordeste do país com a peça “A Esperança Na Caixa de Chicletes Ping Pong”. Sob a direção de Renata Paschoal, da Forte Filmes, está em andamento o documentário “Nua Dos Pés À Cabeça”, a ser veiculado no Canal Curta!, sobre os 40 anos de sua carreira teatral completados em 2022. SERVIÇO: A Alma Imoral – 20 Anos Data: 29 e 30 de agosto de 2026 Horário: Sábado, às 20h e Domingo, às 17h Local: Teatro SESC Casa do Comércio Valor: Plateia – R$180,00 (inteira) e R$90,00 (meia) Balcão – R$160,00 (inteira) e R$80,00 (meia) Vendas: Sympla e Bilheteria do Teatro Duração: 01h40min Classificação: 18 anos Produção Local: Carambola Produções Realização: Niska Produções Culturais

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Teatro Sesc Casa do Comércio

Av. Tancredo Neves,1109

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