Domingo no Parque

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Teatro · Salvador

Domingo no Parque

O essencial

Decida sem procurar de novo

Quando

sexta-feira, 14 de agosto – domingo, 16 de agosto

às 23:00 · Vários dias

Quanto

A partir de R$ 25,00

Menor valor disponível informado

Onde

Teatro Faresi

Av. Oceânica,2717

Nível 2

Interesse da comunidade

Bombando

Ganhando atenção entre os rolês da cidade

2/3
Chame alguém para esse rolêData, local e ingresso já vão no convite
Organizado porPOS-GRADUACAO E TEATRO FARESI

Sobre o evento

Ministério da Cultura e Petrobras apresentam: Livremente inspirado na premiada música de Gilberto Gil, musical negro “Domingo no Parque” chega a Salvador para temporada especial Com direção e texto de Alexandre Reinecke e direção musical de Bem Gil, o espetáculo transforma em cena esse clássico da música brasileira, reunindo canções de Gilberto Gil, Carlos Lyra, Dominguinhos e Anastácia, Dorival Caymmi, Jorge Ben Jor, Chico Buarque, Tom Jobim e Jackson do Pandeiro, além de músicas inéditas compostas pelos próprios diretores da peça. Clássico do Tropicalismo e uma das composições mais significativas da carreira de Gilberto Gil, a premiada canção Domingo no Parque ganha versão para os palcos em um potente musical negro. Com direção de Alexandre Reinecke, um dos diretores mais atuantes do país, e direção musical de Bem Gil, o espetáculo desembarca em Salvador — cidade que serve de cenário para a história — para uma temporada especial de 14 a 16 de agosto (sexta a domingo), às 20h, no Teatro Faresi. Selecionado pelo edital Petrobras Cultural, o espetáculo conta com patrocínio da Petrobras e do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet, realização da Reinecke Produções e Brancalyone Produções e produção local da Carambola Produções. Apresentada pela primeira vez no 3º Festival da Música Popular da TV Record, em 1967, Domingo no Parque é considerada um dos marcos da Tropicália ao misturar elementos brasileiros - como o violão e o berimbau - com a guitarra elétrica e levou o segundo lugar no prêmio. A canção tinha arranjo de Rogério Duprat e participação da banda Os Mutantes. O musical teve aprovação do próprio Gil, e destaca importantes influências negras na cultura e sociedade, em elementos como os costumes, danças, a religiosidade, os arranjos musicais, as vestimentas, a alimentação e a capoeira. O projeto é um sonho antigo de Alexandre Reinecke, que há 30 anos tenta montar o espetáculo. “Sempre fui um apaixonado pela capoeira. Comecei a praticar com 14 anos. Pouco tempo depois comecei a fazer teatro e, assim que ouvi a música, pensei em um musical de capoeira. Em 1995 escrevi o primeiro esboço, mas tinha que ter o aval de Gil. O irmão de um amigo, Rodolpho Stroeter, estava produzindo um disco dele e fez a ponte. Em um belo dia, Gil me ligou e disse que havia gostado muito da história e que eu poderia seguir. Foi o que fiz. No começo eu mesmo queria fazer o João, nem era diretor nessa época. Desde então venho batalhando para produzir. Tanta coisa mudou. Virei diretor e encenei 59 peças - esta é a 60ª. O país mudou e este é o momento”. A trama se passa em Salvador, no início da década de 1970 e tem como pano de fundo toda a situação sociopolítica do Brasil, que atravessava a violenta opressão da Ditadura Civil-Militar. No bairro da Ribeira, toda tarde João, José e um grupo de amigos se reúnem para jogar capoeira, em um momento de descontração e divertimento Quando José leva seu amigo João para assistir a um show de sua amada Juliana, a relação entre os dois fica abalada. Juliana, que agora passa a frequentar a roda de capoeira, teve no passado um romance avassalador com João, que terminou quando ele engravidou a jovem Juci. Enquanto eles estavam afastados, Juliana seguiu seu sonho de ser cantora e passou a cantar nos bares da cidade. Ela também tornou-se atuante nos movimentos contra a ditadura e passou a ser vigiada pelos militares. Como não poderia ser diferente, essa icônica tragédia urbana chega ao fim com uma grande roda de capoeira ao som do clássico de Gil, elevando o clima do espetáculo, que promete ainda momentos de drama, humor, romance e suspense. A trilha sonora conta com 20 músicas que atuam como fio condutor da história, sendo três delas compostas exclusivamente para o espetáculo (com letras de Alexandre Reinecke e melodia de Bem Gil), 10 de Gilberto Gil e as demais amplamente conhecidas pelo público, incluindo composições de Carlos Lyra, Dominguinhos e Anastácia, Dorival Caymmi, Jorge Ben Jor, Chico Buarque, Tom Jobim e Jackson do Pandeiro. Ficha Técnica Texto e direção: Alexandre ReineckeDireção musical: Bem GilDireção de arte e figurinos: Billy CastilhoCenografia: Marco LimaIluminação: Cesar PivettiDiretora de produção: Morena CarvalhoCoordenação de Produção: Edinho RodriguesRealização: Reinecke Produções e Brancalyone ProduçõesProdução Local: Carambola Produções SinopseToda tarde, João, José e um grupo de amigos se reúne para jogar capoeira, no bairro da Ribeira. É um momento de descontração e divertimento entre os amigos. A forte amizade entre João e José fica abalada quando José leva João para ver um show de sua “amada” Juliana e ela passa a frequentar a roda de capoeira da Ribeira. Juliana teve um forte romance com João no passado, que terminou quando ele engravidou a jovem Juci. Juliana seguiu seu sonho de ser cantora e passou a cantar nos bares da cidade; nesse tempo também se tornou atuante nos movimentos contra a ditadura e passou a ser vigiada pelos militares. ServiçoDomingo no Parque, com texto e direção de Alexandre ReineckeDias: 14 a 16 de AgostoHorário: Sexta a Domingo, às 20hLocal: Teatro Faresi Ingressos: Plateia VIP: R$180,00 (inteira) e R$90,00 (meia-entrada) Plateia: R$160,00 (inteira) e R$80,00 (meia-entrada)Ingresso Social: R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia-entrada) Vendas: Sympla e Bilheteria do TeatroClassificação: 12 anosDuração: 120 minutosRealização: Reinecke Produções e Brancalyone ProduçõesProdução Local: Carambola Produções Obs.: funcionários Petrobras tem desconto de 50% sobre o valor da inteira, em até 02 (dois) ingressos mediante apresentação de crachá de funcionário/prestador de serviço. FUNCIONAMENTO DA BILHETERIA: - Na internet (com taxa de conveniência): https://www.sympla.com.br/ - Na Bilheteria física do teatro: Aberta duas (02) horas antes de qualquer espetáculo até o início da apresentação. - Na Pós-Graduação da Faresi (no mesmo prédio do Teatro): De segunda a sexta das 09:00 h à 16:00 h. - Formas de Pagamentos aceitas na bilheteria: Aceitamos todos os cartões de crédito, débito e dinheiro. Não aceitamos cheques. BENEFÍCIOS DA MEIA-ENTRADA De acordo com o Decreto Federal 8.537/15, Lei Federal 12.852 (Estatuto da Juventude), 12.933 de 2013, Lei Federal 10.741/03 (Estatuto da Pessoa Idosa) e Medida Cautelar Provisória concedida pelo STF em 29/12/2015, temos: - O direito ao benefício da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para o evento, exceto na MEIA ENTRADA IDOSO. - A comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória para aqueles que gozam deste direito, através de documentos específicos, regulamentados e insubstituíveis. - A comprovação deverá ser feita no momento de entrada no dia do evento. Confira a lista de pessoas contempladas e documentos comprobatórios válidos. Não são aceitos outros documentos além dos listados abaixo. TIPO DE INGRESSO: MEIA ENTRADA IDOSO IDOSOS, pessoas acima de 60 anos (Lei Federal 10.741/03 e Decreto Federal 8.537/15), NECESSÁRIO APRESENTAR: Documento de identidade oficial com foto. TIPO DE INGRESSO: MEIA ENTRADA ESTUDANTES (Lei Federal 12.933/13, Decreto Federal 8.537/15 e Medida Cautelar Provisória concedida pelo STF em 29/12/2015), NECESSÁRIO APRESENTAR: Carteira de Identificação Estudantil (CIE), emitida pela ANPG, UNE, Ubes, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos, conforme modelo único nacionalmente padronizado. JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA, com idades de 15 a 29 anos (Lei Federal 12.933/13 e Decreto Federal 8.537/15), NECESSÁRIO APRESENTAR: Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA e acompanhante quando necessário (Lei Federal 12.933/13 e Decreto Federal 8.537/15), NECESSÁRIO APRESENTAR: Documento que comprove a condição de deficiência; Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social INSS que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013; No momento da apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de DOCUMENTO DE IDENTIDADE OFICIAL COM FOTO. PROFESSORES (Lei municipal 14.765/2024), NECESSÁRIO APRESENTAR: Carteira Funcional emitida pela Secretaria Municipal de Educação, pela Secretaria Estadual da Educação, pelo Ministério da Educação, ou pela apresentação do holerite do profissional da educação, emitida pela instituição de ensino, acompanhando de documento de identificação. INGRESSOS PARA CRIANÇAS: Crianças de 0 a 11 anos e 11 meses têm direito à meia-entrada, sem necessidade da Carteira de Identificação Estudantil, apenas com documento oficial com foto. A partir dos 12 anos, aplica-se a Lei da Meia-Entrada.

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