MENINAS CONTAM A INDEPENDÊNCIA

Foi há 13 dias

Teatro · Salvador

MENINAS CONTAM A INDEPENDÊNCIA

O essencial

Decida sem procurar de novo

Quando

domingo, 19 de julho – domingo, 02 de agosto

às 14:00 · Vários dias

Quanto

A partir de R$ 25,00

Menor valor disponível informado

Onde

Teatro Módulo

Avenida Professor Magalhães Neto , 1177

Nível 2

Interesse da comunidade

Bombando

Ganhando atenção entre os rolês da cidade

2/3
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Organizado porMODULO

Sobre o evento

MENINAS CONTAM A INDEPENDÊNCIA Espetáculo infanto juvenil que conta a história das mulheres que fizeram a independência da Bahia chega ao Teatro Módulo Duas atrizes descobrem um misterioso jogo de tabuleiro e embarcam numa divertida jornada rumo ao resgate da memória de mulheres na história do país. "Meninas Contam a Independência" é uma PEÇA-JOGO, um espetáculo lúdico, interativo e imprevisível como todo jogo de tabuleiro. A única certeza é que, até o final da partida, muitas serão as histórias desvendadas sobre as heroínas da Independência do Brasil na Bahia. Personagens como Joana Angélica, a Cabocla, Maria Felipa, Maria Quitéria e Urânia Vanério fazem parte das histórias, desafios e enigmas deste jogo no qual todo mundo sai ganhando em conhecimento. "Meninas Contam a Independência" é o trabalho mais recente do premiado grupo de teatro A Panacéia e foi indicado como melhor espetáculo infanto-juvenil do ano de 2024 no Prêmio Bahia Aplaude. As jogadoras dessa peça-jogo são as atrizes Ana Luisa Fidalgo, Camila Guilera e Márcia Limma, e pela atriz mirim Marina Fidalgo que empresta a sua voz para dar vida à Urânia Vanério. “Essa personagem histórica era uma criança na época das lutas pela Independência, e a gente quis trazer ela também na voz de uma criança, a presença dessa voz percorre toda a peça e é ela quem conduz o jogo”, explica Camila Guilera, que assina a dramaturgia junto com Ana Luisa Fidalgo. Urânia Vanério foi uma baianinha muito corajosa que, em fevereiro de 1822, com apenas dez anos de idade, escreveu aquele que é considerado um dos mais radicais panfletos pró-independência, intitulado “Lamentos de uma Baiana”. Além de resgatar e difundir as histórias das personagens femininas da Independência da Bahia, o espetáculo provoca a reflexão do público sobre a invisibilização das mulheres da História. O espetáculo já passou por diversos espaços da cidade de Salvador, pelo interior do estado e por festivais como FIGA, o FIAC Bahia, o Elas (En)Cena e o Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga. Neste segundo semestre nos preparamos para circular por vários estados do Nordeste! Com direção de Lara Couto, a montagem é concebida e executada por mulheres, ao todo são 26 artistas e profissionais envolvidas em todas as etapas, desde a produção executiva, trilha sonora, figurino, adereços, maquiagem, mediação cultural, design, até assessoria de imprensa. Desde 2008, A Panacéia existe como coletivo de teatro que congrega mulheres em suas equipes de trabalho e que cria repertório engajado com propostas feministas e de visibilidade de mulheres históricas. Serviço: Quando: 19 e 26 de julho + 02 de agosto. Sempre aos domingos, 11h Onde: Teatro Módulo (Av. Prof. Magalhães Neto, 1177 - Pituba) Quanto: R$50,00 inteira e R$25,00 a meia entrada. Ingressos: Na plataforma Sympla e blheteria do teatro Mais informações: Instagram @apanaceia e (71) 9 9615-1616 Ficha Técnica: Atuação: Ana Luisa Fidalgo, Camila Guilera e Márcia Limma Participação especial: Marina Fidalgo (voz em off da menina Urânia) Direção: Lara Couto Dramaturgia: Ana Luisa Fidalgo e Camila Guilera Histórias das heroínas: Criação coletiva (Ana Luisa Fidalgo, Camila Guilera, Lara Couto e Márcia Limma) Trilha Sonora Original: Carla Suzart e Neila Kadhí Canções “O jogo” e “Cansanção” - Composição: Lara Couto; Canção “Hina”: Criação colaborativa durante o curso MENINAS PODEM! com participação de Beatriz Argolo, Flora Leopoldino, Luma Coelho e Maria Luiza Couto. Canção “Caretas do Mingau”- letra de criação coletiva a partir de canção popular Arranjos: Carla Suzart e Neila Kadhí Iluminação: Núbya Guimarães Operação de luz: Núbya Guimarães Operação de som: Lidiane Souza Preparação corporal e direção de movimento: Mônica Nascimento Figurino: Ramona Azevedo Costureira: Márcia Azevedo Adereços de cena e confecção de cenografia: Rita Rocha Concepção de maquiagem: Fernanda Beltrão Produção: Camila Guilera Idealização e Realização: A Panacéia O Teatro Módulo cumpre a Lei Federal da Meia-Entrada (Lei nº 12.933/2013) e as legislações estaduais e municipais complementares, garantindo o benefício da meia-entrada aos públicos previstos em lei: MEIA-ENTRADA — INFORMAÇÕES IMPORTANTES Conforme a Lei Federal da Meia-Entrada, têm direito ao benefício de meia-entrada os seguintes públicos: • Estudantes — da educação infantil, fundamental, médio, técnico, superior e pós-graduação, mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil válida; • Pessoas idosas — com 60 anos ou mais; • Pessoas com deficiência (PcD)); • Jovens de baixa renda — entre 15 e 29 anos, inscritos no CadÚnico e portando ID Jovem válida; • Profissionais da educação — das redes pública e privada (municipal, estadual e federal), incluindo professores, coordenadores pedagógicos e demais profissionais contemplados pela legislação estadual; Para garantir o benefício, é obrigatória a apresentação de documento oficial com foto e comprovante válido correspondente, no acesso ao evento. No caso dos profissionais da educação, poderão ser solicitados: • contracheque recente; • carteira funcional; • declaração institucional; • ou documento profissional equivalente. A meia-entrada está sujeita à disponibilidade da cota legal de 40% prevista em lei Federal nº 12.933/2013 e regulamentada pelo Decreto nº 8.537/2015. A legislação determina que o benefício da meia-entrada seja garantido em, no mínimo, 40% do total de ingressos disponíveis para cada evento. Quando a cota de 40% se esgota, os organizadores não são mais obrigados a vender ingressos pela metade do preço, com exceção para as Pessoas idosas.

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Teatro Módulo

Avenida Professor Magalhães Neto , 1177

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