Idiota Convicto

Foi há 27 dias

Outros · São Paulo

Idiota Convicto

O essencial

Decida sem procurar de novo

Quando

domingo, 05 de julho – domingo, 30 de agosto

às 01:00 · Vários dias

Quanto

A partir de R$ 35,00

Menor valor disponível informado

Onde

Espaço Parlapatões

Praça Franklin Roosevelt,158

Nível 2

Interesse da comunidade

Bombando

Ganhando atenção entre os rolês da cidade

2/3
Chame alguém para esse rolêData, local e ingresso já vão no convite
Organizado porNADADENOVO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA

Sobre o evento

Sinopse A peça reúne textos de Ana Saggese, Luís Alberto de Abreu, Maira Dvorek, Michelle Ferreira e Sérgio Roveri com roteirização, textos e atuação de Possolo. Depois de realizar dois solos, Prego na Testa (indicada ao Prêmio Shell de melhor ator), com texto Eric Bogosian e direção de Aimar Labaki, com enorme sucesso e que seguiu no repertório do grupo por 20 anos; e de Eu Cão Eu, do próprio Possolo (indicado ao Prêmio Shell de melhor texto) com direção de Rodolfo Gracia Vazquez, chega a vez de Idiota Convicto.Possolo, hoje com 63, iniciou sua carreira em teatro profissional em 1981, que teve sua consolidação dez anos depois, quando fundou os Parlapatões. Com mais de 100 peças encenadas ao longo destes 45 anos, ele segue voltado à sua pesquisa de teatro popular, comicidade e artes circenses para levar ao público um trabalho artístico divertido e que gere reflexões. Em 2026, o grupo celebra 35 anos de trajetória e o Espaço Parlapatões comemora 20 anos de atividades. A peça traz o parlapatão em nova encenação que, pelo humor e com diferentes personagens, zomba da normalização crescente da mediocridade que vêm tornando a sociedade cada vez mais embrutecida.Para a celebração dos 45 anos de carreira do palhaço, dramaturgo e diretor, vários dramaturgos e dramaturgas escreveram textos especialmente para Possolo.Nos diversos quadros de Idiota Convicto, os autores entregaram textos independentes de tema que foram agrupados por Possolo com essa narrativa da memória de um ator preso em casa. Luís Alberto de Abreu traz a situação insólita de um homem que encontra uma argola viva no meio da calçada, até entender que era uma pessoa que virou do avesso. Michelle Ferreira fala de um professor de cinema que, com sua arrogância diante dos alunos, trata a sua própria vida como um roteiro. Anna Sagge e Maíra Dvorek apresentam deus no comando de tudo, tomando atitudes descontroladas e autoritárias. Sérgio Roveri mostra um pai que não aceita que o filho possa sonhar e ser feliz. Idiota Convicto nasce das inquietações de Possolo querendo abordar o fato de que a sociedade contemporânea está cada vez mais intolerante, tensa e agressiva.Fatores históricos mundiais são significativos para isso; o advento faz redes sociais e os comportamentos dela derivados; a volta e violência do fascismo e dos grupos de extrema direita, o militarismo a máfia miliciana; as guerras que ameaçam uma Terceira Guerra Mundial com possibilidade de utilização de bombas atômicas; o aquecimento global e a destruição do planeta por interesses econômicos e, por fim, o desprezo às Ciências e às Artes, gerando incompreensíveis elogios à ignorância.Como tratar desses assuntos com comicidade? No fundo, os desafios do humor estão em saber questionar os temas contemporâneos sem querer definir para o público quais são as soluções. Até mesmo porque não as temos.Assim, Possolo procurou uma dramaturgia que definisse uma persona múltipla, que se mostra o idiota absoluto do título, totalmente convicto de que está sempre certo. Esse idiota, a persona central, é um ator que não consegue sair de seu apartamento, porque perdeu as chaves. Preocupado com sua memória, ele repassa o que fez antes, para tentar lembrar onde deixou a chave. Porém seu esforço traz lembranças de outros fatos que o fazem reviver suas várias personagens, do passado e do presente. As personagens que revive, enquanto tenta sair de casa, são um pouco dele mesmo e um pouco da visão que teve sobre essas personagens que representou um dia.Essas diversas pessoas e situações, a partir do momento em que ele se ridiculariza, chegam ao público igualmente idiotas. Possolo define a peça como “mais uma provocação parlapatônica, sem julgamentos condenatórios aos idiotas, até porque sou um. Quero deixar ao público as reflexões de como e porque nos tornamos assim, tão tolos e tão convictos de nosso destino errático e sem sentido”.Mais que um solo, a peça resulta de um processo longo de pesquisa que vem celebrar junto a diversos artistas o trabalho em torno da palhaçaria e do teatro popular feito pelo fundador e diretor artístico dos Parlapatões.Em Idiota Convicto, ao tratar com comicidade e lirismo, temas e personagens que tangenciam a solidão nas grandes cidades, o grupo busca trazer um diferente ângulo de visão que possa, com a comunicação direta com a plateia, típica da linguagem dos Parlapatões, contribuir na construção de uma cidadania mais solidária.Se em Prego na Testa o foco estava nas personagens que enlouquecem com a solidão das grandes cidades e em Eu Cão Eu mergulhava na força que tem um vício em mudar a vida das pessoas, Idiota Convicto trata da dificuldade de relações sociais das personagens e de como isso as embrutece.O grupo Parlapatões tem 71 espetáculos produzidos ao longo de sua trajetória. Sempre se caracterizaram por serem um grupo voltado à palhaçaria, ao teatro de rua e popular, buscando inovar a linguagem e ampliar o alcance de público. Ficha Técnica Textos: Ana Saggese, Luís Alberto de Abreu, Hugo Possolo, Maíra Dvorek, Michelle Ferreira e Sérgio Roveri. Roteiro, direção, atuação, assistência de direção, cenário, figurino, assistência de limpeza, limpeza, iluminação, insistências, confusões, dívidas e dúvidas, paciência, paixão e algumas outras funções não menos importantes: Hugo Possolo Sonoplastia e operação de som: Deivison Nunes Adereços: Agentemesmoqueimandodedonacolaquente Operação de iluminação: Walmerio e OBarros Fotos: Luiz Doroneto Vídeos: Deivison Nunes Designer Gráfico: Werner Schulz Redes e Comunicação Social: A Outra Assessoria de Imprensa: Fernanda Martins – Benu Comunicação Produção Executiva: Manoela Flor Gestão de Projetos: Cristiani Zonzini Produção Espaço Parlapatões: Wira Bortoli Assistência de Produção Espaço Parlapatões: Sofia Falastro Realização: Parlapatões e Nada de Novo Produções Artísticas Duração: 75 minutos Indicação: 14 anos

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Como chegar

Espaço Parlapatões

Praça Franklin Roosevelt,158

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